sábado, 30 de abril de 2011

ADEUS SOBRANCELHAS!

Recordo também que eu tinha uma amiga chamada Pamela que morava de frente a minha casa e ela sempre ia brincar comigo e minhas irmãs, e eu notei que a sobrancelha dela era muito bem feita e queria que a minha também fosse assim, então fui ao banheiro e peguei um estojo de barbear e, acabei raspando toda a minha sobrancelha, pois lógico não sabia fazer. Essas são umas das muitas travessuras que quis aqui destacar.
Referência:
Imagem disponível em: http://tpm-tudoparamulher.blogspot.com/2009_03_01_archive.html. Acesso em 30 de abril de 2011.

O GUARDA ROUPAS!

São tantas as travessuras que fiz, mas vale ressaltar aqui uma das minhas preferidas que era me esconder dentro do guarda roupa e pedir para alguma das minhas irmãs não falar nada para minha mãe, assim, ela ficava horas e horas me procurando, coitada.

Referência:

Imagem disponível  em: <http://www.google.com.br/imgres?. Acesso em 30 de abril de  2011.

A PORTA!


Quando criança eu era muito quieta e calada, mas era só aparência mesmo. Meus pais quando notavam a minha ausência já imaginavam que eu estava aprontando alguma coisa. Imaginem que em uma bela tarde ao chegar da escola fui para a garagem da casa onde morava, pois tinha uma curiosidade sobre o portão, queria entender por que ele só abria um pouco e não se encostava à parede, então eu abri o portão e fui empurrando... empurrando... empurrando até que... Pufttt!!! Ele caiu e fez um barulho muito grande, minha sorte foi que ele não caiu em cima de mim, mas meu pai ficou bravo comigo e me deu umas palmadas.

Referência:
Imagem disponível em: <http://arcadoconhecimento.blogspot.com/2010_06_01_archive.html> . Acesso em 30 de abril  de 2011.

CESTA!

“Tive um professor que era muito chato bem carrasco, que sempre marcava o pessoal que sentava lá no fundo da sala de aula, por isso para dar o troco no professor, a gente pegou o cesto do lixo, e colocamos bastante pó de giz, e também papel picado e colocamos lá em cima da porta, a intenção era exatamente para que quando ele entrasse o lixo caísse bem em cima da cabeça dele, e foi certo, tanto que quando o balde do lixeiro caiu nós gritamos CESTA, toda turma numa só voz, foi muito engraçado, porém nesse dia toda a turma levou suspensão”.
Referência:
Imagem disponível em: <http://www.google.com.br/imgres?. Acesso em 30 de abril de 2011.

TÁ COM SEDE? TOMA ÁGUA!

“Tinha uma mulher que sempre que passava lá na porta ela tinha que parar e pedir água, daí certo dia eu e minhas primas estávamos cheias disso e resolvemos fazer algo melhor, demos além de água a ela, como? Ah foi fácil, no momento em que ela nos pediu água cada uma deu uma bela cuspida no copo e colocamos água, o problema foi que ninguém conseguia parar de rir...”

Referência:
Imagem disponível em: <http://www.google.com.br/search?. Acesso em 30 de abril de 2011

BRINCANDO DE CASINHA E COMIDINHA


Lembro-me que aos sete anos de idade gostava muito de brincar de casinha com três colegas cujos nomes eram Tairana, Tainá e Tayne. Por volta de uma da tarde, horário que já havia chegado da escola, tomado banho e almoçado, logo partia em direção a casa dessas três colegas. Como o quintal da casa era espaçoso, com muitas plantas, aproveitávamos desses aspectos para se divertir. As plantas, imaginávamos que eram as comidas, a terra também fazia parte de um tipo de comida ou tempero e, além disso, utilizávamos o leite em pó que a irmã mais nova dessas meninas gostava de comer, pois era um vício que ela tinha dia e noite. Essa era uma brincadeira que me distraia a tarde toda, tanto que ao anoitecer minha mãe tinha que ir me chamar senão não saia de lá. O engraçado dessa diversão era que enquanto fazíamos de conta que estávamos comendo as comidas que timos preparados Tayne, irmã mais nova, fazia de conta que o cabelo era sua comida, pois ela ficava arrancando fios do seu cabelo para comer, é claro que quando sua mãe percebia lhe dava umas broncas. Brincar de casinha só foi uma das brincadeiras que gostava muito de fazer, pois sempre gostei de brincar de tudo que era possível.


Referência:
Imagem  disponível em: <http://www.google.com.br/imgres?imgurl=. Acesso em 30 de abril de 2011.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

CONTO: A CAIPORA

Lembro-me de quando criança ouvia sempre através de uma tia a historia da caipora, conhecida também como fulosinha, pois ela anda com uma flor no cabelo; bem esse conto diz respeito a um espírito do mato que gosta de cigarros e angu de milho. A caipora tem um cabelo grande e um pé só, e ninguém sabe dizer se ela é homem ou mulher. A caipora é um espírito que vivi no mato e fica esperando os caçadores trazerem cigarros e angu, caso os caçadores não levem essas oferendas, ela bate nos cachorros e faz com que os caçadores se percam no meio do mato. Os caçadores só encontram o caminho de volta para casa quando a caipora quer. Se os caçadores levarem as oferendas e deixarem no cantinho para ela, não acontece nada com eles e nem com os seus cachorros. A caipora não gosta de pimenta, alho e crianças que não são batizadas; diz à lenda que a caipora pega as crianças que não são batizadas e as levam para a floresta e não as devolvem mais para as suas mães. Bom, esse é um conto que fez parte da minha infância, e eu gostava muito de ouvir a minha tia contar.

Adriana Paula


Referência:
Imagem disponível em: <http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://2.bp.blogspot.com/>. Acesso em 28 de abril de 2011.